Tem kuzas ki bali pena fla...ka bu fika kalado! Liberdadi di expresson é progressu!
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Fela Kuti
Verdadeiro herói em seu país, a Nigéria, Fela Anikulapo Ransome Kuti nasceu em 15 de outubro de 1938 (na cidade de Abeokuta, no sul da Nigéria, conhecida como a capital do Estado de Ogum), e criou o Afro Beat, um estilo musical único que funde o Jazz, a Soul Music e os elementos do Funk afro-americano com a sonoridade da África Ocidental, a música tradicional nigeriana e ritmos Iorubás. Uma verdadeira catarse espiritual e underground.
1969
1974
1977
1978
90's
Com mais de uma centena de discos com sua participação (álbuns geralmente divididos em quatro blocos de quinze minutos, que tornavam-se horas ao vivo), Fela criou uma obra tão vasta quanto densa, de valor inestimável. Mas como a África, Fela Kuti é deixado de lado da história mundial, como um gigante incompreensível, uma floresta fechada onde nenhum homem jamais esteve.
Fontes : Radiola Urbana e Wikipedia
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Richard Bona
Era desde pequeno um musico prodígio. Houvesse nascido em Salzburgo seria um novo Mozart talvez. Mas ele nasceu na África, e em vez de um piano, com quatro anos ele ganhou um “balafon” de sua mãe e avô. Este instrumento é uma espécie de xilofone feito com cabaças, rústico, mas em mãos habilidosas produz um som incrível.O pequeno Bona chegava a tocar doze horas por dia e com cinco anos de idade virou uma lenda em sua pequena localidade. Sua fama se espalhou e muitas pessoas vinham de longe ouvi-lo tocar na igreja do povoado. Com 11 anos foi com seu pai a cidade portuária de Douala. Fabricava instrumentos com o que tinha a mão, latas velhas, aros de bicicleta. Construía assim suas flautas e violas.Logo estaria tocando violão em uma banda de Douala. Algum tempo depois o dono de um clube Frances de Jazz pediu que tocassem em seu estabelecimento. Bona teve acesso então a uma grande coleção de discos de Jazz.Ficou fortemente impressionado com um disco em especial chamado "Jaco Pastorius", que abria com o tema "Donna Lee" de Charlie Parker.Tocavam nele grandes figuras do Jazz contemporâneo, Herbie Hancock, Lenny White, David Sanborn, Narada Michael Walden, Michael Brecker, Wayne Shorter, Don Alias e muitos outros.Mas o que realmente chamou a atenção de Bona foi o baixo de Jaco Pastorius.Decidiu que esse seria seu instrumento dali em diante.
Em 1985 morre seu pai e Bona decide ir morar em Paris. Em pouco tempo se daria a conhecer como jovem baixista virtuoso, tocando em clubes de jazz com grandes músicos da cena musical de Paris da época, como Salif Keita, Didier Lockwood e Marc Ducret .Começa a estudar e forma sua própria banda chamada Point Cardinale. Enquanto tocava em um desses clubes foi ouvido por Joe Zawinul , líder da mítica Weather Report, onde tocara seu ídolo Jaco Pastorius. Zawinul ficou impressionado vendo-lhe tocar e logo o convidaria para gravar o emblemático álbum “ My people”. Um incrível trabalho no qual participariam uma lista enorme de músicos convidados como Salif Keita, Alex Acuna, Trilok Gurtu, Paco Sery, Manolo Badrena e Thania Sanchez , por citar alguns.
Estava com o passaporte carimbado e em 1995 muda-se para Nova Iorque, onde foi recebido para tocar com as grandes “feras” do mundo do jazz, Chick Corea, Mike Stern, Branford Marsalis, Larry Coryell e Steve Gadd .O Newsweek escreveria : “Imaginem um artista com a virtuosidade de Jaco Pastorious, a fluidez vocal de George Benson, o senso de música e harmonia de João Gilberto, tudo misturado com a cultura africana. Senhoras e senhores, nós apresentamo-lhes a Richard Bona”.
Em 2005 Bona lançaria seu quarto álbum, “Tiki”, que contaria com a participação dos brasileiros Djavan e Toninho Horta, além de John Legend, Mike Stern, Vinnie Colaiuta, Susheela Raman.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Amor livre
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Rosa
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Lura
Lura, nascida Maria de Lurdes Pina Assunção no ano de 1975 em Lisboa, é uma cantora portuguesa de ascendência cabo-verdiana.
Seu envolvimento com o meio artístico começou cedo, com participações em projetos teatrais e corais, mas sua carreira como cantora despontou em 1996, aos vinte e um anos, quando gravou seu primeiro álbum, cuja canção título, Nha Vida, foi um sucesso imediato que lhe rendeu um convite para participar do importante projeto discográfico Red Hot + Lisbon, o qual reuniu grandes nomes da música lusófona. Em 1998, acompanhou Cesária Évora, o maior nome da música caboverdeana, em dois importantes projetos: abriu os espetáculos daquela cantora na Expo'98 e participou, em Paris, da série de concertos do projeto 'Cesária & friends'.
Tendo aprendido o crioulo caboverdeano de seus colegas de escola e de seus familiares, em pouco tempo Lura já era capaz de falar fluentemente e também compor nessa língua-símbolo de Cabo Verde, que hoje a cantora considera como sendo sua língua materna.
Em 2002, lançou seu segundo álbum, In Love, e em novembro de 2003, Lura foi uma das três cantoras escolhidas para o projeto Women of Cape Verde, uma série de concertos realizada no Reino Unido, o que lhe rendeu convites e o lançamento de seus álbuns em diversos países europeus.
Em 2006 lança o álbum M´bem di fora, bastante aclamado na sua apresentação a 7 de novembro do mesmo ano no clássico Tivoli, uma sala de espetáculos referência de Portugal, em Lisboa. Uma obra mais sóbria onde a artista revela uma maior maturidade musical, conseguindo imprimir o seu cunho pessoal a temas de diversos compositores, onde se destaca o nome de Toy Vieira, director artísco do projecto e compositor de alguns de algumas das suas músicas. Segundo a cantora, é uma homenagem aos migrantes que vem do interior em busca de oportunidades nos grandes centros urbanos. A turnê do álbum incluiu concertos na Turquia, Alemanha, França, Brasil, Espanha, Austrália e Itália. Em 2009 lança novo álbum, Eclipse.
Fonte:http://www.luracriola.com

